{"id":43052,"date":"2025-05-21T09:26:52","date_gmt":"2025-05-21T13:26:52","guid":{"rendered":"https:\/\/aladyr.net\/?p=43052"},"modified":"2025-05-29T09:41:14","modified_gmt":"2025-05-29T13:41:14","slug":"o-equivalente-a-mais-de-5-200-piscinas-olimpicas-de-aguas-residuais-sem-tratamento-e-despejado-diariamente-no-meio-ambiente-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aladyr.net\/pt-br\/2025\/05\/21\/o-equivalente-a-mais-de-5-200-piscinas-olimpicas-de-aguas-residuais-sem-tratamento-e-despejado-diariamente-no-meio-ambiente-no-brasil\/","title":{"rendered":"O equivalente a mais de 5.200 piscinas ol\u00edmpicas de \u00e1guas residuais sem tratamento \u00e9 despejado diariamente no meio ambiente no Brasil."},"content":{"rendered":"\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&#8221; A \u00e1gua \u00e9 um recurso que j\u00e1 n\u00e3o se pode desperdi\u00e7ar&#8221;<\/h2>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"585\" src=\"https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--1024x585.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43053\" srcset=\"https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--1024x585.png 1024w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--300x171.png 300w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--768x439.png 768w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--100x57.png 100w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES--1200x686.png 1200w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/IMAGEN-REFERENCIAL-AGUAS-RESIDUALES-.png 1344w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Secas cada vez mais severas, desigualdades estruturais e perdas significativas nas redes de abastecimento t\u00eam caracterizado o cen\u00e1rio h\u00eddrico do Brasil. No entanto, a ALADYR ressalta o avan\u00e7o acelerado na ado\u00e7\u00e3o da reutiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e da dessaliniza\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gias fundamentais para garantir a seguran\u00e7a h\u00eddrica.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8f761849 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jorge Augello, representante no Brasil da Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Dessaliniza\u00e7\u00e3o e Re\u00faso de \u00c1gua (ALADYR) e Diretor\/CEO Brasil da Acuantia, empresa do Grupo Rotoplas, analisa a situa\u00e7\u00e3o h\u00eddrica do Brasil e, embora tenha demonstrado preocupa\u00e7\u00e3o com os desafios existentes pelas defici\u00eancias no acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e ao saneamento, pelas secas recorrentes e pelas perdas na rede de distribui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"822\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-822x1024.jpg\" alt=\"JORGE\u00a0AUGELLO\" class=\"wp-image-43072\" srcset=\"https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-822x1024.jpg 822w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-241x300.jpg 241w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-768x956.jpg 768w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-1234x1536.jpg 1234w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-100x125.jpg 100w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1-1200x1494.jpg 1200w, https:\/\/aladyr.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JORGE-AUGELLO-BRASIL-1.jpg 1285w\" sizes=\"auto, (max-width: 822px) 100vw, 822px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Augello acrescenta que, este \u00e9 um momento decisivo para a transi\u00e7\u00e3o rumo a um modelo h\u00eddrico sustent\u00e1vel. Entre os desafios da gest\u00e3o, destaca que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), cerca de 33 milh\u00f5es de pessoas n\u00e3o t\u00eam acesso cont\u00ednuo \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel segura, enquanto mais de 49 milh\u00f5es n\u00e3o disp\u00f5em de servi\u00e7os adequados de coleta e tratamento de \u00e1guas residuais. A essa situa\u00e7\u00e3o soma-se a perda de 37,8% do volume de \u00e1gua produzido nos sistemas de abastecimento urbano, atribu\u00edda a defici\u00eancias estruturais, liga\u00e7\u00f5es clandestinas e submedi\u00e7\u00e3o \u2014 o que representa um volume anual suficiente para abastecer mais de 50 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, segundo dados do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, at\u00e9 o final do ano passado, 58% do territ\u00f3rio nacional enfrentava os efeitos da pior seca registrada nos \u00faltimos 50 anos. Essa situa\u00e7\u00e3o se manifesta n\u00e3o apenas na redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis dos rios e nas dificuldades de abastecimento para a popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m nas exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, como o caf\u00e9, cujos pre\u00e7os internacionais hoje registram um aumento devido \u00e0 escassez da oferta proveniente do mercado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar deste panorama, Augello enfatiza, com otimismo, os avan\u00e7os que t\u00eam feito o pa\u00eds quanto \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o do re\u00faso de \u00e1gua e da dessaliniza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua do mar \u00e0 sua matriz h\u00eddrica, considera que o ano de 2025 marca uma oportunidade para o posicionamento do pa\u00eds como o maior mercado latino-americano para as tecnologias de tratamento da regi\u00e3o. Em termos de tratamento, citou investimentos previstos de mais de R$ 51,6 bilh\u00f5es nos contratos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) apenas para os estados do Par\u00e1, Pernambuco e Rond\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A re\u00faso da \u00e1gua, antes vista com desconfian\u00e7a, ganha for\u00e7a no Brasil como uma solu\u00e7\u00e3o inteligente para a escassez. Um exemplo not\u00e1vel \u00e9 o Aquapolo Ambiental em S\u00e3o Paulo, uma iniciativa pioneira da Sabesp e da Igu\u00e1 Saneamento. No qual, a \u00e1gua que j\u00e1 serviu \u00e0 popula\u00e7\u00e3o recebe um tratamento avan\u00e7ado e \u00e9 fornecida para as ind\u00fastrias do Polo Petroqu\u00edmico do Grande ABC. Essa a\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 alivia a press\u00e3o sobre os nossos mananciais de \u00e1gua pot\u00e1vel, como tamb\u00e9m demonstra o potencial de parcerias entre o setor p\u00fablico e privado na busca por solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um pa\u00eds de contrastes<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es sobre Saneamento (SNIS) de 2022 indicam que, embora a cobertura de \u00e1gua pot\u00e1vel alcan\u00e7a quase 90%, a coleta de \u00e1guas residuais abrange apenas entre 56% e 62,3% da popula\u00e7\u00e3o. Apenas 52,2% de \u00e1guas residuais coletadas recebe tratamento. Isso significa que, diariamente, o equivalente a mais de 5.200 piscinas ol\u00edmpicas de \u00e1guas residuais sem tratamento \u00e9 despejado no meio ambiente. &#8216;\u00c9 um recurso que j\u00e1 n\u00e3o se pode desperdi\u00e7ar&#8217;, afirma a ALADYR.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outros contrastes mais evidentes est\u00e3o no fato de que, no Norte do pa\u00eds, apenas 46,4% da popula\u00e7\u00e3o tem acesso a um saneamento adequado \u2014 a menor propor\u00e7\u00e3o do pa\u00eds \u2014 enquanto no Sudeste esse percentual chega a 90,7%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investimentos previstos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) encontram seu catalisador nas regulamenta\u00e7\u00f5es aprovadas pelo Congresso que obrigam cidades e estados a garantir a cobertura total de \u00e1gua e esgoto at\u00e9 2033. Al\u00e9m disso, a ALADYR acredita que existe uma arquitetura institucional orientada para as parcerias p\u00fablico-privadas e uma crescente conscientiza\u00e7\u00e3o por parte de ind\u00fastrias como siderurgia, petr\u00f3leo e petroqu\u00edmica, setores que j\u00e1 possuem hist\u00f3rias de sucesso de \u00e1guas residuais tratadas para garantir sua operacionalidade diante da incerteza gerada pelas secas recorrentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A&nbsp;Associa\u00e7\u00e3o&nbsp;admira&nbsp;o&nbsp;progresso&nbsp;do&nbsp;Brasil&nbsp;em&nbsp;termos&nbsp;de&nbsp;re\u00faso&nbsp;e&nbsp;o&nbsp;coloca&nbsp;como&nbsp;um&nbsp;exemplo&nbsp;a seguir para o estabelecimento de sinergias entre necessidades urbanas, vontade pol\u00edtica e interesse privado como demonstra a experi\u00eancia da AQUAPOLO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No&nbsp;entanto,&nbsp;alertam&nbsp;que&nbsp;persistem&nbsp;desafios&nbsp;estruturais,&nbsp;como&nbsp;a&nbsp;falta&nbsp;de&nbsp;pol\u00edticas&nbsp;p\u00fablicas&nbsp;de incentivo, marcos regulat\u00f3rios estandardizado e uma cultura cidad\u00e3 que valoriza o re\u00faso da \u00e1gua como elemento de seguran\u00e7a e sustentabilidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reciclagem de \u00e1gua industrial<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ALADYR destaca que acompanha de perto os principais projetos em desenvolvimento no Brasil, mencionando o projeto de Itabora\u00ed, no Rio de Janeiro \u2014 liderado pela Aegea e pela Petrobras \u2014 como um dos marcos do modelo brasileiro. A planta, destinada a abastecer o polo petroqu\u00edmico de Gaslub, substituir\u00e1 o uso de \u00e1gua pot\u00e1vel por \u00e1gua residual tratada, com economia equivalente ao consumo de 600 mil pessoas. Esse tipo de adapta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 proposto para os polos Duque de Caxias e Itabora\u00ed, onde atualmente s\u00e3o utilizadas mais de 1.300 l\/s de \u00e1gua captada do rio Guand\u00fa e da represa de Saracuruna, volumes que poderiam ser substitu\u00eddos por meio de solu\u00e7\u00f5es de re\u00faso com esta\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra das iniciativas que mais chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o projeto \u00c1guas de Re\u00faso de Vit\u00f3ria, desenvolvido pelo cons\u00f3rcio GS Inima Brasil \u2013 TuboMills, com a participa\u00e7\u00e3o da Companhia Esp\u00edrito Santense de Saneamento (CESAN) e da empresa ArcelorMittal como cliente \u00e2ncora. O projeto marca o primeiro leil\u00e3o de subconcess\u00e3o de \u00e1gua de re\u00faso realizado na bolsa de valores brasileira (B3) e desponta como refer\u00eancia nacional por seu modelo de governan\u00e7a, sua escala e seu n\u00edvel tecnol\u00f3gico. &#8220;Estamos enfrentando uma mudan\u00e7a de paradigma! Pela primeira vez, as empresas competiram em um leil\u00e3o n\u00e3o por um recurso natural, mas pelo direito de usar \u00e1guas residuais como mat\u00e9ria-prima. Isso transforma completamente a l\u00f3gica dos servi\u00e7os de \u00e1gua no pa\u00eds&#8221;, declarou Augello.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A planta tratar\u00e1 450 litros por segundo (l\/s) de \u00e1guas residuais proveniente da Bacia de Camburi \u2013 que compreende cinco bairros das cidades de Vit\u00f3ria e Serra \u2013 para produzir 360 l\/s de \u00e1gua de alta qualidade destinada ao uso industrial. Espera-se que inicie as opera\u00e7\u00f5es no primeiro trimestre de 2027. O sistema incorpora biorreatores de membrana (MBR), remo\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo e osmose reversa de duplo est\u00e1gio, tecnologias que garantem uma qualidade in\u00e9dita no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto tamb\u00e9m comtempla a desativa\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Efluentes de Camburi, localizada em \u00e1rea privilegiada da capital, que liberar\u00e1 terrenos urbanos e otimizar\u00e1 a infraestrutura sanit\u00e1ria existente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Dessaliniza\u00e7\u00e3o diante da escassez no Nordeste<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ALADYR tamb\u00e9m acompanha de perto o que considera um dos mais importantes projetos de dessaliniza\u00e7\u00e3o para consumo na regi\u00e3o e sustenta que, depois de superar obst\u00e1culos e avan\u00e7ar, se tornar\u00e1 o modelo a ser replicado em todo o nordeste brasileiro.&nbsp;&nbsp;O projeto \u00c1guas de Fortaleza prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de uma planta de dessaliniza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua do mar com capacidade de produ\u00e7\u00e3o de 1.000 litros por segundo, o que o posiciona como um dos maiores da Am\u00e9rica Latina. &#8221; Representa uma porta de entrada para a aplica\u00e7\u00e3o pot\u00e1vel da dessaliniza\u00e7\u00e3o no Brasil&#8221;, afirma seu representante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m no Esp\u00edrito Santo, tem anunciada uma planta de dessaliniza\u00e7\u00e3o de 1.216 l\/s para abastecer mais de 550.000 habitantes na regi\u00e3o metropolitana da Grande Vit\u00f3ria, incluindo os munic\u00edpios de Anchieta e Aracruz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8f761849 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A capacidade do Brasil de consolidar esses avan\u00e7os depender\u00e1 do fortalecimento institucional, da incorpora\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es internacionais, da cria\u00e7\u00e3o de incentivos fiscais e tarif\u00e1rios e da replica\u00e7\u00e3o de modelos como o de Vit\u00f3ria em outras regi\u00f5es. Os especialistas da ALADYR concordam que 2025 ser\u00e1 o ano em que o pa\u00eds deixar\u00e1 de ser uma promessa e se tornar\u00e1 um ator consolidado no mapa da sustentabilidade h\u00eddrica mundial.&nbsp;&nbsp;&#8216;O pa\u00eds est\u00e1 em um ponto de inflex\u00e3o entre a escassez e a seguran\u00e7a h\u00eddrica&#8217;, afirma Augello.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8221; A \u00e1gua \u00e9 um recurso que j\u00e1 n\u00e3o se pode desperdi\u00e7ar&#8221; Secas cada vez mais severas, desigualdades estruturais e perdas significativas nas redes de abastecimento t\u00eam caracterizado o cen\u00e1rio h\u00eddrico do Brasil. No entanto, a ALADYR ressalta o avan\u00e7o acelerado na ado\u00e7\u00e3o da reutiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e da dessaliniza\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gias fundamentais para garantir a seguran\u00e7a h\u00eddrica. 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